Onde há amor, há poesia


18/04/2008


Caminhos

(essa poesia é uma adaptação de outros sonetos meus, e que ganhou menção honrosa da Casa de Cultura de Lençóis Paulista)

Verdade insensata, insólita, insana
Homem renascido da dor, fênix fiel
Susurro que só a paixão escuta, prece alcançada
Doces manhãs de alento, ao vento, seu nome

Essa alma que se põe em último
Na corrida onde a paixão vem à frente
Que tem a dor como prêmio contente
Sofre por amor, sofre por viver

Te desejar é padecer oculto
Sentimento renovado, pecado antigo
Lava a alma e engrandece o espírito

Se eu pudesse ter uma nova existência
Escolheria a mesma... seria eu mesmo...
Assim te amaria por mais uma vida

Escrito por ::.RDB.:: às 09h11
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